O início da milha é marcado por um interessante conjunto de 12 miliários recolhidos nas imediações, de um total de 16 referenciados por diversos autores (Mattos Ferreira, Contador de Argote, António Colmenero): um dedicado a Tito e Domiciano (80 d.C.); um dedicado a Maximino e Máximo (235 d.C.);
um dedicado a Galério (305-311 d.C.); um dedicado a Constâncio II (337-361 d.C.); dois miliários com inscrição ilegível; e seis miliários anepígrafos, fragmentados; um dedicado a Maximiano (286-305 d.C.) está desaparecido e três foram destruídos no século XVIII para reaproveitamento em construção privada.
Até cerca dos 500 m, ponto onde começa a ser submersa pelas águas da albufeira de Vilarinho das Furnas, o que obrigou à criação de um percurso alternativo pela encosta, a via vai descendo entre muros por entre densos e belos bosques de carvalhos.






















