O seu início, na Volta do Covo, é marcado por uma concentração de 19 miliários, distribuídos pelas duas margens da via: um desaparecido, dez anepígrafos e oito dedicados aos imperadores Adriano (119 d.C.), Caracala (213 d.C.), Maximino e Máximo (235 d.C.), Décio (250 d.C.), Caro (282-283 d.C.), Constantino II, Constâncio e Constante (337-340 d.C.), Magnêncio (350-353 d.C.) e Decêncio (350-353 d.C.).
Na zona dos antigos viveiros de trutas de Albergaria, a via atravessava o Rio Maceira e o Ribeiro do Forno, afluentes da margem esquerda do Rio Homem. Nas margens destes dois cursos de água conservam-se vestígios das duas pontes romanas que faziam a transposição, demolidas no séc. XVII durante a Guerra da Restauração.
Sobre a margem direita do Rio Maceira é ainda visível a sólida estrutura do pegão da ponte, com fiadas isódomas em cantaria de pedra, assim como a camada de enchimento para o arranque do arco. Não são visíveis, neste exemplar, blocos almofadados.
Sobre a Ribeira do Forno são visíveis os alicerces da ponte em ambas as margens, sendo estes compostos por um sólido aparelho composto por blocos almofadados, alternados com fiadas em silhares de cantaria de face regular.
Cruzada a Ribeira do Forno, o traçado da milha segue pela margem esquerda do Rio Homem, num traçado amplo, pautado por um perfil altimétrico regular, até atingir a milha XXXIII, nas imediações da chamada “Casa do Académico”.





















